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Como alugar seu studio: tradicional, longa estadia ou curta temporada

Não existe modalidade melhor. Existe a que combina com o seu apartamento, com o seu plano de investimento e com o tanto de trabalho que você quer ter.

Por Planik · 17 de setembro de 2026

As três modalidades lado a lado

Critério Tradicional Longa estadia Curta temporada
Prazo do contrato 30 meses até 12 meses diárias e semanas
Como entrega o imóvel vazio ou semimobiliado mobiliado e equipado mobiliado, com enxoval
Quem cuida imobiliária ou você operadora ou você operadora ou você
Receita previsível intermediária maior, variável
Custo da operação comissão da imobiliária percentual da receita plataforma, gestão, limpeza, consumo
Tempo vazio baixo entre contratos médio ocupação de 70% a 95% nos estudos
Depende do condomínio em geral todos aceitam em geral todos aceitam sim, precisa ser permitido
Serve para HIS 2 e HMP sim, para família na faixa de renda sim, para família na faixa de renda não

Locação tradicional: o modelo de quem quer sossego

É o contrato longo, normalmente de 30 meses, com garantia e reajuste anual pela inflação — IGP-M ou IPCA. O inquilino traz os móveis, paga condomínio e IPTU, e você recebe o aluguel, menos a comissão quando há imobiliária.

É a modalidade com potencial de menor receita mensal e de menor trabalho. Serve para quem quer previsibilidade e para quem tem uma unidade HIS 2 ou HMP, onde ela é a opção durante o prazo do programa: a locação precisa ser para famílias dentro da faixa de renda, feita por você, por uma imobiliária ou por plataformas de aluguel residencial como a QuintoAndar.

No índice FipeZap de julho de 2026, imóveis de um dormitório apareceram com retorno médio de 6,78% ao ano sobre o preço anunciado, acima da média geral de 6,14%. Já se mostra uma excelente proteção contra a inflação.

Longa estadia: mobiliado, de um a doze meses

É o apartamento pronto para morar alugado por temporadas médias. O público é específico e constante nas regiões centrais: o executivo que veio para um projeto de seis meses, o médico em residência, a família que está reformando, o estudante de pós.

Você entrega tudo — móveis, eletrodomésticos, cama posta, internet ligada — e por isso cobra mais do que no contrato tradicional. A rotatividade é bem menor do que na diária, o que reduz o desgaste do imóvel e o trabalho de operação.

Nos NIK, você tem flexibilidade nessa escolha: opera por conta própria, com a sua operadora ou com a Charlie — maior operadora de locação por curta temporada do país, com quem a Planik estabeleceu uma parceria para facilitar a sua vida. Nesse caso, a operação inteira fica com ela — do anúncio ao relatório mensal e ao repasse do dinheiro — por um percentual da receita, sem mensalidade fixa.

Curta temporada: mais receita, mais operação

São as diárias anunciadas em Airbnb, Booking e canais próprios. É onde a receita pode ser maior e onde o trabalho é diário: precificar conforme a semana, responder mensagem, fazer check-in, limpar a cada saída, repor enxoval, resolver o chuveiro no domingo.

A conta final depende muito de dois fatores: diária média e ocupação. Nos estudos que a Charlie preparou para os NIK, o cenário base trabalha com diárias de R$ 280 a R$ 330 e ocupação de 75% a 85% em studios de 22 a 25 m², chegando a uma receita líquida de R$ 3.800 a R$ 4.400 por mês, já descontados plataformas, gestão, IPTU e contas de consumo. São projeções da Charlie com base no histórico da região, e a Planik não garante rentabilidade nem ocupação — mas diversos empreendimentos entregues mostram que o modelo vem funcionando muito bem.

Antes de escolher a curta temporada, duas coisas precisam estar resolvidas.

O tipo da unidade. HIS 2 e HMP estão fora durante o prazo do programa. Já as unidades de serviços de moradia, identificadas como NR, foram desenhadas exatamente para isso.

O condomínio. Prédio residencial só recebe hóspede por diária se isso estiver previsto na convenção, e mudar essa regra depois depende de assembleia. É aqui que os NIK saem na frente: os prédios são concebidos desde o início para receber locação por curta temporada, e a convenção condominial já nasce prevendo esse uso, com a exceção das unidades HIS 2 e HMP. É o que o mercado chama de airbnb ready, e vale para qualquer plataforma de hospedagem. Quem compra já encontra a regra pronta.

Qual escolher para o seu apartamento

A pergunta certa não é qual rende mais, e sim qual rende mais no seu caso. Quatro passos resolvem:

  1. Descubra o tipo da sua unidade. Livre, serviços de moradia (NR) ou HIS 2/HMP. A equipe da Planik informa a categoria de cada apartamento disponível antes da proposta.
  2. Confirme o que o condomínio permite. Nos NIK isso já vem do projeto e da convenção; em outros prédios, leia a convenção antes de comprar.
  3. Decida entre gerir e delegar. Gerindo sozinho você fica com a comissão e com o trabalho. Delegando, paga uma taxa, ganha tempo de volta e conta com uma gestão profissionalizada.
  4. Faça a conta com os seus números. Preço, mobília, condomínio, IPTU, dias vazios, comissões e imposto de renda. Está tudo em Custos, impostos e vacância.

Vale lembrar que a escolha não é para sempre. Muita gente começa na longa estadia, com menos rotatividade, e migra para a diária quando a operação está azeitada — ou faz o contrário, depois de experimentar um novo modelo.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre o tema

Posso alugar um studio HIS ou HMP no Airbnb?

Não. Enquanto vale o programa, a unidade é alugada para famílias dentro da faixa de renda, em contrato residencial comum. Passados os dez anos, acabam o limite de renda do inquilino e o teto do aluguel; para hospedagem por diária, valem a regra municipal em vigor naquele momento e a convenção do condomínio.

Preciso de autorização do condomínio para alugar por temporada?

Sim, o prédio, via convenção, precisa permitir esse uso. Nos NIK, ele é previsto desde a concepção da convenção condominial, exceto nas unidades HIS 2 e HMP. Em outros empreendimentos, confira a convenção antes de comprar.

Quanto custa a gestão de uma operadora?

Uma referência de mercado é 18% da receita bruta na curta temporada e 15% na longa estadia, sem mensalidade fixa e com limpeza inclusa. As condições são acertadas diretamente entre você e a operadora.

Longa estadia é a mesma coisa que temporada?

Não. Longa estadia é aluguel mobiliado de um a doze meses, com contrato. Temporada é diária. Mudam o público, os custos e as regras.

Qual modalidade dá mais trabalho?

A curta temporada, de longe: é uma operação diária. A tradicional é a mais tranquila. A longa estadia fica no meio.

Fontes e revisão

<p>Índice FipeZap de Locação Residencial, informe de julho de 2026 (Fipe) — retorno médio de 6,14% ao ano na amostra nacional, 6,78% em imóveis de um dormitório e 4,84% nos de quatro dormitórios ou mais. Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Habitação — regras de HIS e HMP, 2026. Estudos de rentabilidade preparados pela Charlie para os empreendimentos NIK, 2026 — projeções estimadas, sem garantia de rentabilidade ou de locação pela Planik.</p>

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