As três modalidades lado a lado
| Critério | Tradicional | Longa estadia | Curta temporada |
|---|---|---|---|
| Prazo do contrato | 30 meses | até 12 meses | diárias e semanas |
| Como entrega o imóvel | vazio ou semimobiliado | mobiliado e equipado | mobiliado, com enxoval |
| Quem cuida | imobiliária ou você | operadora ou você | operadora ou você |
| Receita | previsível | intermediária | maior, variável |
| Custo da operação | comissão da imobiliária | percentual da receita | plataforma, gestão, limpeza, consumo |
| Tempo vazio | baixo entre contratos | médio | ocupação de 70% a 95% nos estudos |
| Depende do condomínio | em geral todos aceitam | em geral todos aceitam | sim, precisa ser permitido |
| Serve para HIS 2 e HMP | sim, para família na faixa de renda | sim, para família na faixa de renda | não |
Locação tradicional: o modelo de quem quer sossego
É o contrato longo, normalmente de 30 meses, com garantia e reajuste anual pela inflação — IGP-M ou IPCA. O inquilino traz os móveis, paga condomínio e IPTU, e você recebe o aluguel, menos a comissão quando há imobiliária.
É a modalidade com potencial de menor receita mensal e de menor trabalho. Serve para quem quer previsibilidade e para quem tem uma unidade HIS 2 ou HMP, onde ela é a opção durante o prazo do programa: a locação precisa ser para famílias dentro da faixa de renda, feita por você, por uma imobiliária ou por plataformas de aluguel residencial como a QuintoAndar.
No índice FipeZap de julho de 2026, imóveis de um dormitório apareceram com retorno médio de 6,78% ao ano sobre o preço anunciado, acima da média geral de 6,14%. Já se mostra uma excelente proteção contra a inflação.
Longa estadia: mobiliado, de um a doze meses
É o apartamento pronto para morar alugado por temporadas médias. O público é específico e constante nas regiões centrais: o executivo que veio para um projeto de seis meses, o médico em residência, a família que está reformando, o estudante de pós.
Você entrega tudo — móveis, eletrodomésticos, cama posta, internet ligada — e por isso cobra mais do que no contrato tradicional. A rotatividade é bem menor do que na diária, o que reduz o desgaste do imóvel e o trabalho de operação.
Nos NIK, você tem flexibilidade nessa escolha: opera por conta própria, com a sua operadora ou com a Charlie — maior operadora de locação por curta temporada do país, com quem a Planik estabeleceu uma parceria para facilitar a sua vida. Nesse caso, a operação inteira fica com ela — do anúncio ao relatório mensal e ao repasse do dinheiro — por um percentual da receita, sem mensalidade fixa.
Curta temporada: mais receita, mais operação
São as diárias anunciadas em Airbnb, Booking e canais próprios. É onde a receita pode ser maior e onde o trabalho é diário: precificar conforme a semana, responder mensagem, fazer check-in, limpar a cada saída, repor enxoval, resolver o chuveiro no domingo.
A conta final depende muito de dois fatores: diária média e ocupação. Nos estudos que a Charlie preparou para os NIK, o cenário base trabalha com diárias de R$ 280 a R$ 330 e ocupação de 75% a 85% em studios de 22 a 25 m², chegando a uma receita líquida de R$ 3.800 a R$ 4.400 por mês, já descontados plataformas, gestão, IPTU e contas de consumo. São projeções da Charlie com base no histórico da região, e a Planik não garante rentabilidade nem ocupação — mas diversos empreendimentos entregues mostram que o modelo vem funcionando muito bem.
Antes de escolher a curta temporada, duas coisas precisam estar resolvidas.
O tipo da unidade. HIS 2 e HMP estão fora durante o prazo do programa. Já as unidades de serviços de moradia, identificadas como NR, foram desenhadas exatamente para isso.
O condomínio. Prédio residencial só recebe hóspede por diária se isso estiver previsto na convenção, e mudar essa regra depois depende de assembleia. É aqui que os NIK saem na frente: os prédios são concebidos desde o início para receber locação por curta temporada, e a convenção condominial já nasce prevendo esse uso, com a exceção das unidades HIS 2 e HMP. É o que o mercado chama de airbnb ready, e vale para qualquer plataforma de hospedagem. Quem compra já encontra a regra pronta.
Qual escolher para o seu apartamento
A pergunta certa não é qual rende mais, e sim qual rende mais no seu caso. Quatro passos resolvem:
- Descubra o tipo da sua unidade. Livre, serviços de moradia (NR) ou HIS 2/HMP. A equipe da Planik informa a categoria de cada apartamento disponível antes da proposta.
- Confirme o que o condomínio permite. Nos NIK isso já vem do projeto e da convenção; em outros prédios, leia a convenção antes de comprar.
- Decida entre gerir e delegar. Gerindo sozinho você fica com a comissão e com o trabalho. Delegando, paga uma taxa, ganha tempo de volta e conta com uma gestão profissionalizada.
- Faça a conta com os seus números. Preço, mobília, condomínio, IPTU, dias vazios, comissões e imposto de renda. Está tudo em Custos, impostos e vacância.
Vale lembrar que a escolha não é para sempre. Muita gente começa na longa estadia, com menos rotatividade, e migra para a diária quando a operação está azeitada — ou faz o contrário, depois de experimentar um novo modelo.
O que mais perguntam sobre o tema
Posso alugar um studio HIS ou HMP no Airbnb?
Não. Enquanto vale o programa, a unidade é alugada para famílias dentro da faixa de renda, em contrato residencial comum. Passados os dez anos, acabam o limite de renda do inquilino e o teto do aluguel; para hospedagem por diária, valem a regra municipal em vigor naquele momento e a convenção do condomínio.
Preciso de autorização do condomínio para alugar por temporada?
Sim, o prédio, via convenção, precisa permitir esse uso. Nos NIK, ele é previsto desde a concepção da convenção condominial, exceto nas unidades HIS 2 e HMP. Em outros empreendimentos, confira a convenção antes de comprar.
Quanto custa a gestão de uma operadora?
Uma referência de mercado é 18% da receita bruta na curta temporada e 15% na longa estadia, sem mensalidade fixa e com limpeza inclusa. As condições são acertadas diretamente entre você e a operadora.
Longa estadia é a mesma coisa que temporada?
Não. Longa estadia é aluguel mobiliado de um a doze meses, com contrato. Temporada é diária. Mudam o público, os custos e as regras.
Qual modalidade dá mais trabalho?
A curta temporada, de longe: é uma operação diária. A tradicional é a mais tranquila. A longa estadia fica no meio.
<p>Índice FipeZap de Locação Residencial, informe de julho de 2026 (Fipe) — retorno médio de 6,14% ao ano na amostra nacional, 6,78% em imóveis de um dormitório e 4,84% nos de quatro dormitórios ou mais. Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Habitação — regras de HIS e HMP, 2026. Estudos de rentabilidade preparados pela Charlie para os empreendimentos NIK, 2026 — projeções estimadas, sem garantia de rentabilidade ou de locação pela Planik.</p>
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